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‘Fault In Our Stars’ trailer, and more news to note

The Marquee Blog

Today’s talk you might’ve missed:

  • We’re so ready to have a complete cry-fest when “The Fault In Our Stars” is released that just looking at this trailer makes us tear up a bit.
  • Country music’s golden girl is rolling in ACM Awards nominations. Miranda Lambert, along with Tim McGraw, leads Wednesday’s nods with seven. [THR]
  • After Trent Reznor threw his middle finger up at the Grammy Awards, the show’s executive producer has apologized for cutting the rocker’s set short. [MTV]
  • Get ready to join the Big Sean-and-Naya Rivera ‘shipper club after reading her interview in Cosmopolitan Latina. The “Glee” star gives adorable insight into their relationship, saying she thinks the rapper will be “an amazing husband … and a great father someday.” [Cosmo]
  • Elton John is getting in on the Katy Perry, One Direction and Justin Bieber concert film action. “The Million Dollar Piano…

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Érica por Érica

15092012215

Desenho desde menina. Pegava o caderno, sentava na frente da tv e desenhava as roupas, os bonecos, e nas aulas da escola voava desenhando nas margens dos livros e cadernos, agendas.
Sempre gostei de ler, mas quando nova lia gibis da Disney e os da Baribie, Marvels, também lia muito o Vertigo – Constantini, concluíndo, era muito apaixonada por heróis estranhos e obscuros…Demolidor, O corvo…Os guardo até hoje com carinho. Era apaixonada pelo Batman, tanto que minha primeira tattoo, aos 24 anos, é um morcego.
Dava aulas de brincadeira aos meus irmãos quando éramos crianças. Sonhava primeiramente em ser professora, tinha até um quadro negro lá em casa. Cheguei a cursar um mês de Letras numa facul da minha cidade natal, quando com 20 anos.
Brinquei de boneca até uns 17 anos, realmente amava a Barbie e tinha duas grandes amigas de infância com quem brincava. Lamara Lívia e Rosângela Formiga.
Tínhamos até um clubinho, o Bazooka ( risos ), aonde tentávamos nos reunir pra brincar nas tardes depois da escola. Andávamos muito de bicicleta.
Sempre gostei mais de prata que de dourado, desde adolecente só usava brincos prateados, detestava dourado, e isto foi até há uns 3 anos atráz, quando resolvi usar outros apetrechos femininos. É, eu não usava muitos colares, anéis, pulseiras. Hoje amo!
Como amo desenhar, e os desenhava por observação, descobri que a parte do corpo mais complicada de copiar eram as mãos, então me apaixonei por mãos e pés, e perguntava as pessoas se elas os achavam bonitos como eu os acho, as respostas eram sempre negativas.
Eu tinha um blog no My Space aonde postava dezenas de fotos de pés e mãos, lindas!! – Mas alguém entrou neste meu blog e o deletou…Nunca entendi pq alguém faria isto…
Também até uns 3 anos atráz minha cor preferida era o preto, só pintava minhas unhas de preto. Usava roupas mais escuras. Hoje ando estudando mais profundamente as cores e como sou meio esotérica ( sempre fui ), ando tentando vestir- me com cores mais claras
e o dourado dos metais tb tem haver com isto. Prata abre-se para qualquer força, boa ou ruim, dourado repele forças ruins, é mais forte…
Sempre li muito sobre coisas esotéricas, uma grande parte de minha adolescência meio que me tornei obssessiva com isto, até um Boom acontecer e eu enxergar que a vida era viver e não ficar presa à crendices. Mas ainda sou apaixonada por mistérios, pelo Egito antigo, pela Itália ( cheguei a cursar um ano da língua ). Tenho minha coleção de minerais e pedras preciosas quanse completa ( dei algumas para amigos ). Ah, fui muito apaixonada por dinossauros, tinha também uma coleção.  Era fisurada na idéia que aqueles animais gigantes andaram sobre a terra. Um dia gostaria de visitar Sousa, na minha terra. NUnca fui, lá tem o vlae dos dinossauros. Quando se cresce é bom passar adiante certas coisas, dei para um priminho os dinos assim como uma pequena coleção de gibis do novo batman.

Creio que conhecimento se deve passar adiante. E meu pai já dizia:  ” apego é a pior coisa do mundo “. Nisto inclui o apego à pessoas…
Passei uns dois anos sem crer em Deus, quando estava na faculdade de Moda. Muito longe de casa, em São José do Rio Preto, interior de São Paulo.
É, consegui realizar um sonho, entrar pra facul de Moda, mas desisti faltando pouco…
Me sinto sim fraca por ter desistido de um sonho, já realizado, só faltando finaliza-lo, mas tive uma depressão muito forte, vivi praticamente estes últimos 10 anos de minha vida a base de remédios. Perdida, pessimista, triste, solitária.
Sempre tive insônia, muita. Percebi que meu pai também sempre teve. Sempre fui mto ansiosa. Não consigo parar quieta em um lugar, em um curso. Leio 3 livros ao mesmo tempo. Penso muito, mas a inércia disto é quase automática.
Moro hoje com meu primeiro namorado, com quem tive várias experiências pela primeira vez. Está sendo como uma faculdade da vida. Amo muito ele. É, estou longe de casa mais uma vez, agora no interior do Rio de Janeiro.

Isto de morar longe da família não é fácil, mas conhecer culturas e pessoas diferentes é muito gratificante. A arte está nas pessoas, nos lugares, no que aprendi e aprendo longe do lugar comum.
Há mais de dois anos estudo o Espiritismo, segundo Alan Kardec. Mas com um pé em outras filosofias parecidas. Nas reuniões conheci pessoas maravilhosas, muito especiais que me ensinam muito do que me acalma hoje. Me sinto feliz aprendendo com o espiritismo.
Mas, nunca deixei o catolicismo, que vem de família.  Me sinto muito em paz ao sentar num banco de qualquer igreja católica, olhar as imagens de santos e orar. Sempre amei imagens de anjos, desde novinha faço coleção de estatuasinhas deles, meu pai me ajudava…
No momento tento diminuir a ansiedade com caminhadas junto ao meu namorado, estou iniciando o estudo para concursos, de um modo mais sério, só que sabendo que alguma resposta irá demorar. Me matriculei numa faculdade à distância para Pedagogia. Vou toda semana a uma pscicóloga, consegui diminuir os remédios, to começando a voltar a desenhar mãos e pés, e pessoas, e procuro um novo emprego na área de vendas, que foi com o que trabalhei praticamente a vida inteira, com a inicial ajuda do meu falecido e saudoso pai, que me levava pra loja dele desde eu menininha – claro, eu fugia muitas vezes pra ver tv ou andar por aí de bike com as garotas.
Eu sou Érica, uma ex extremamente tímida e solitária,  que hoje tem ótimos amigos, infelizmente longe fisicamente, mas que me fazem muito feliz, assim como a família maravilhosa que Deus me deu. Trabalhei numa confecção neste último ano, como free lancer, mas percebi de vez que não consigo viver sem servir ao proximo. Amo máquinas de costura, agulhas e linhas, roupas, artesanatos. Mas  Atender, vender, interagir, isto me alimenta a alma, me deixa muito feliz.

Amo arte, amo moda, amo pessoas e lugares. Sou super fã da cultura japonesa, amo muito animes e mangás. Amo história, e tenho ares de hippie e retrô ( vintage é palavra chique risos ). Sou apaixonada por artesanatos, filmes e músicas de décadas anteriores a de 80…Não deixei de ser dramática, um pouco medrosa, apesar de corajosa. Minha TPM é um saco enorme e cheio, só minha amada mãe e meu namorado sabem bem…Ainda estou tentando fazer as pazes comigo mesma quanto a ter desistido de coisas, creio q um dia consigo, com a ajuda divina.
É, Deus e anjos hoje são meus amigos denovo.
Ficar sem senti-los por dois anos foi a segunda pior experiência pela qual já passei na vida. A primeira? Foi ter perdido meu pai.
A melhor experiência pela qual já passei?
Podem ser 3??!!
1 – Ter ído todos os dias na faculdade de moda convivendo com a vida e pessoas no estado de São Paulo – q amo!!
2 – Amigos muito bons, em vários lugares.
3 – Morar com meu namorado

AMO MUITO TUDO ISTO!!

Voltando ao passado

Voltando ao passado

Crochê em Pauta

Quando pesquiso moda, arte, sempre aparecem roupas feitas de crochê. Noto que isto ocorre pela volta ao passado que a moda hoje faz. Ninguém está inventando e sim reinventando.

Sou louca pelas agulhas de crochê, linhas. Uma falecida avó me deu de presente minhas primeiras agulhas e me ensinou o primeiro ponto, depois fiz um cursinho, mas nunca fiz uma peça inteira, só algumas poucas coisas, como um colar, uma bolsinha ou bixinhos perdidos por aí.

Crochê é uma técnica talvez milenar, que antepassados nossos faziam, numa época na qual a mulher ficava muito em casa, haviam bailes, e os homens quem viajavam. Fazia parte da vida doméstica, como passa tempo mas também para adornos.

Acho lindo o crochê, e quando vejo uma peça toda feita com estes pontos que se juntam e formam tramas Às vezes complicadas e maravilhosas, aparentemente complicadas, dá uma super vontade de pegar as minhas agulhas, que jamais deixei longe de mim, e tentar imitar…

É algo única, se você tem alguma peça de crochê. É algo só seu. Espero realmente que esta moda volte com toda. Há algumas estilistas crochetando e apostando nisto!!

Viva 2014 com muita handmade!! Viva ao artesanato!!

30 before 30

Keira Lennox

Ernest Hemingway Nobility

Lots of people make lists of things they’d like to do or see before they hit the dirty thirty. When I think about approaching the big 3-0, I think about the bad habits, stubborn traits and short cuts of my 20’s that I don’t want to carry into the next decade.

Here are 30 things I’m working on in my 29th year, in no particular order:

  1. reconnect with estranged friends and family, even if it means forgiving and forgetting.
  2. be open to new ideas and different perspectives.
  3. be informed; ignorance is not bliss.
  4. accept that perfection is impossible. and boring.
  5. don’t let irrational fear win.
  6. keep learning new things.
  7. volunteer.
  8. worry about nothing, pray about everything. (Philippians 4:7)
  9. spend more time outside.
  10. stop falling asleep to the television.
  11. start playing the violin again.
  12. make exercise a priority.
  13. ask for help and/or graciously accept when it’s offered.
  14. take constructive criticism and…

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What I’ve Been Watching: American Hustle

you can observe a lot just by watching

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In many ways “the con movie” was made for the big screen. Cinema is of course one big con. Actors pretend to be people they’re not, sets look like places they’re not, and we can believe years have passed before our eyes, even though in reality it has only been a couple of hours.

I must admit I have a soft spot for the genre. Whether it’s The Brothers Bloom, Duplicity, Catch Me If You Can, or Dirty Rotten Scoundrels, it’s a genre that’s easy to watch and keeps you guessing right up to the end.

Of course the flip side of the genre is that like the characters it’s portraying the films can be all style and no substance. American Hustle then is an attempt to keep what’s so entertaining about the genre while adding a bit more depth to proceedings. So does it suceed?

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‘Sherlock’ Season 3: Decompressed

Funk's House of Geekery

Few shows have had as much build up as the third season of Sherlock. The shows popularity had gone through the roof by the end of the sixth movie length episode, followed by more than a year waiting on a cliff-hanger. Everyone wanted to know how Sherlock faked his death, and where they would take things next. So…did it pay off?

Sherlock waiting

#1 – The Empty Hearse

I’ll have to give the show credit for not hinging the success of the new season on explaining how Sherlock pulled off his fake death. This would’ve been a make it/break it moment and instead of tackling it head on the writers side-step the explanation and show a number of versions ranging from comic to plausible. It is revealed that during intervening years Sherlock has been dismantling Moriarty’s international criminal network. It’s a shame this isn’t expanding on because we’d quite like the…

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Review: Dallas Buyers Club (2013)

Empty Screens

Dallas Buyers Club

Matthew McConaughey turns in a phenomenal, committed performance in the credible Dallas Buyers Club, further cementing his shift from rom-com doormat to serious, respectable actor. Based on the real-life story of Ron Woodroff, an AIDs victim-turned-activist during the deadly diseases mid-to-late 1980s peak, the film is somber and potent in its portrayal of Ron’s undying courage, yet ultimately hampered by an all too too hooey finale.

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Cores

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O Ano de 2013 terminou com sol forte e core muito quentes.

2014 continuará com a temperatura alta e roupas cada vez mais curtas e com cores fortes. Um pé nos nostálgicos anos 60 e 70, cinturas ainda subindo, deixando cada vez mais as pernas de fora.

Não é uma imitação, é mais reinvenção, pois que cada um tem seu estilo bem definido hoje, e cada qual pode ser e mostrar o que realmente gostar. Meio que nada mais está sendo proibido.

Esta semana no novo BBB ( o qual não assisto muito ) participantes pela primeira vez deixaram a vergonha de lado e tomaram banho nus de frente as câmeras. Considero isto divertido, despojado, espontâneo.

Espontânea é a moda nos dias de hoje. Sou apaixonada pelo Vintage e só o vejo pegando mais força. Dacemos conforme nossas músicas preferidas caros leitores, e sejamos bons de gosto, estejamos abertos ao novo de novo.

#FWSTPICKS : FEIT

FWST

hs_hi_navy_1_88818da0-f95a-4196-a0f0-2960801510d7 This hand sewn vegetable suede hi tops from FEIT is just made the list the list of things I may never buy but constantly daydream about crashing a party in a pair. My wardrobe space for sneakers has shrunk over past year but I definitely won’t mind shoving a few brogues in the store room just to make space for these babies. Never a owned a pair of vegetable suede footwear but this beautiful indigo color way makes it really tempting not to consider taking a dive into the suede end. Feit suggest that it’s worn bare footed which I find very interesting, apparently the craftsmanship involved in the production is unique. ‘’The Hand Sewn High is built from start to finish by one master craftsman using a unique construction. Traditionally the Goodyear Construction involves the upper of the shoe being stretched over the last, stitched to a leather strip…

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taking stock | 02

Keira Lennox

Making : plans for Valentine’s Day at the flower shop.
Cooking : s’mores like they’re going out of style.
Drinking : Tito’s and soda with lime.
ReadingMirror Mirror by Gregory Maguire.
Wanting: a pair of lace-up riding boots.
Looking: for recipes to break in the dutch oven I got for Christmas.
Playing: endless rounds of evening tug-o-war with Doak.
Wasting: takeout cups of half drank iced tea.
Wishing: I had a little more time with the family and friends who were home for the holidays.
Enjoying: re-watching Freaks and Geeks and falling in love with Jason Segel all over again.
Waiting: for season 2 of Orange is the New Black.
Liking: goat cheese and fig preserves baked on multigrain bakery bread.
Wondering: if I ordered enough roses for next month?
Loving: my new Nissan NV 200…

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